quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Há algo de errado na humanidade.

Exito em escrever sobre esse assunto. Mas é algo que assombra todas as mães, e não seria diferente comigo.
Eu ligo umas 5 à 10 vezes lá em casa para saber se o Theo está bem, se já almoçou, se brincou, se dormiu. Isso mesmo ele ficando com a pessoa que eu mais confio no mundo, minha mãe. Todos os dias, eu saio de casa rezando o Pai-Nosso para o que o dia dele seja tranqüilo, e que eu volte pra casa para amá-lo ainda mais. Rezo pra que eu sempre o tenha...
Hoje li uma reportagem sobre Rachel Edwards, que teve que escolher qual filho teria de salvar primeiro em um acidente. Dolorosamente me pus no lugar dessa mãe.
Lembrei da dor da mãe da Joanna Marins, da dor da mãe do João Hélio (por favor, leiam toda a página), da dor da mãe da Isabella Nardoni, da mãe da Flávia, das mães de Marias, Joãos, Josés e Anas.
E eu só consigo concluir esse texto com uma frase: Eu não quero nunca ter de imaginar o meu mundo sem o meu filho.
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