sábado, 22 de janeiro de 2011

Desânimo.

Eu venho percebido que tenho tido pouquíssimos recadinhos nos últimos post's. Na verdade o meu blog nunca "emplacou" de verdade. Nunca cheguei a ter dezenas de comentários como os blogs que acompanho, mas sempre adorei o carinho dos poucos que tinha. Tudo bem que abandonei o blog por uns tempos, mas agora que venho postando assiduamente, tenho sentido falta de algumas presenças. 
Um blog é como um diário, mas não é como aquele diário que você teve aos 14 anos no qual escreveu que foi beijada na boca pela primeira vez na parede do banheiro masculino do colégio, e depois escondeu na última gaveta da cômoda debaixo de toda a roupa de cama possível para ninguém ver (adolescência feelings). Não, no blog você escreve por quer compartilhar com as pessoas que leêm que foi àquela festa, que vestiu aquela roupa linda, que seu filho fez isso ou aquilo, que precisa de um conselho. É como se você escrevesse para ser ouvida e quer uma palavrinha de retorno, um consolo, um sorriso, qualquer coisa.
Enfim, tá batendo um desânimo em levar a diante o blog, mas não queria abandoná-lo. Espero que seja só uma fase, ou uma pré TPM chegando.
Vejamos cenas do próximo capítulo.


Deni Brito.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Domingo foi o aniversário do meu pai, então fomos todos os cinco filhos, mais agragados e os quatro netos para um churrasco lá. Eu particularmente odeio ir pro sítio, mas vá... era aniversário dele, e o Theo é neto, e era o jeito mesmo.
O Theo não tinha ido ainda desde que nasceu. rs Mas aproveitou cada segundo lá. Banhou até naquele riacho que eu conheço desde mil novecentos e bolinha, e nunca tive coragem de banhar.
Abaixo fotos:
Beijinhos,


Deni e Theo.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Crônica do Amor Perfeito

* Texto publicado no Recanto das Mamães Blogueiras, o qual sou colaboradora todas as sextas.


Filho. Tem muitos mais na junção dessas cinco letrinhas do que se pode imaginar. Só quem é mãe sabe e sente, assim, simples, sem precisar ninguém ensinar. Ser mãe é algo como ter o gene correndo em nossas veias desde o momento em que nós mesmo nos tornamos filhas de alguém. Esse gene se desenvolve no decorrer da infância, nas brincadeiras de bonecas, no carinho que temos por aqueles olhinhos imóveis de um rostinho angelical de um ser inanimado. E, um belo dia, quando descobrimos que existe alguém tomando forma dentro de nós mesmas é como se um mundo azul (ou cor-de-rosa) de bolinhas brancas tomasse conta de um mundo antes vazio. Os dias se tornam longos e ao mesmo tempo, correm. E logo aquela barriga linda, que provocou sorrisos e olhos comovidos de tanta gente, desaparece, e dá o lugar (e a atenção) para alguém pequeno, indefeso, perfeito. Filho. Por mais que você repita, e independente de quantas vezes se é mãe, é algo grande demais para que se assimile. Leva uma vida inteira, a sua e a dele, se renova a cada chorinho dengoso, a cada sorriso, a cada olhar de cumplicidade, a cada pedido de colo, e até mesmo quando ele descobre que o papai é mais legal, mas na hora do 'socorro' é pra você que ele corre. É Amor Perfeito, mútuo e imensurável. É verdadeiro e eterno.

"Fecho os olhos pra não vê passar o tempo
Sinto falta de você.
Anjo bom, amor perfeito no meu peito.
Sem você não sei viver..."

Amor Perfeito, Roberto Carlos 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Escolhas.

Nunca fui muito boa com as escolhas que faço. Um vestido, uma sandália, um batom, seja o que for, costumo de arrepender depois até mesmo quando essas escolhas foram, digamos, bem escolhidas.
Uma escolha que fiz quando estava ainda grávida do Theo tem me tirado o sono. Os padrinhos de batizado.
Vamos direto ao ponto. 
A Madrinha de Batismo do Theo é minha irmã caçula. E a propósito, sou madrinha do filhote dela. A Neta ama o Theo, brinca bastante com ele, convive com ele. Não tenho muito o que reclamar dela.
A Madrinha de Consagração é a irmã do meio do Bráulio, a Amanda. Apesar da pouco convivência, ela é bastante carinhosa com o Theo.
Agora vamos ao X da questão.
(pra quem ia direto ao ponto tô enrolando demais, né?)
Os Padrinhos.
A princípio, a escalação seria a seguinte:
Cássio, marido da Neta, seria o padrinho de consagração, e o Yan, amigo de infância do Bráulio, seria o padrinho de batismo.
Bem, minha irmã já se separou e voltou com o marido uma meia dúzia de vezes, o que fez com que eu tenha dado cartão vermelho pra ele. Então, coloquei meu primo, Samuel, pra substituí-lo. 
O Samuel sempre foi muito atencioso e protetor com o Theo, então nem pensei duas vezes.
O Yan é um padrinho um tanto quanto 'omisso', convive muito pouco com o Theo, e as vezes que nós o procuramos para levar o Theo ao seu encontro nunca dão certo.
Eu tive a experiência de um padrinho maravilhoso, presente, amoroso. Infelizmente ele faleceu, mas eu guardo na memória todos os exemplos que ele me deu, e é isso que eu quero pro Theo. 
Antes do batizado, os pais e padrinhos assistem uma reunião na igreja para que seja explicado a importância da escolha dos padrinhos. Os padrinhos são as pessoas que podem vir a substituir os pais. É necessário presença, responsabilidade, participação. E eu vejo que não é bem isso que vem acontecendo. Já tive algumas conversas com o Bráulio, e penso seriamente em um segundo cartão vermelho. Tenho minhas diferenças com o padrinho de batismo, é bem verdade, mas se isso é maior do que a participação que oferecemos a ele na vida do meu filho, lamentamos, mas procuraremos alguém que realmente queira fazer parte.
Vi a Dina, mamãe do Felipe, certa vez, lamentamos sobre a escolha dos padrinhos, e não quero ter de passar por isso.
Isso é coisa séria, não é mesmo?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

I'm sorry!

Foram quinze dias de recesso do trabalho e nenhum post nem aqui, e nem no Recanto das Mamães Blogueiras. Sinto muito, amigas.
Enfim, aproveitamos muitos esses dias. Brincamos muito, passeamos muito, gastamos muito, mas não viajamos. Ah, e pintamos o quartinho do Theo. Desde que ele nasceu, compartilhamos o mesmo quarto, que antes era um com paredes verdes e brancas. Mas há uns 3 meses nos mudaram pra um menor que tinha as paredes vermelhas e beges. Nada apropriado para o quarto de um bebê, então resolvemos, Bráulio e eu, pintarmos nós mesmo o quarto. Escolhemos a cor Azul Céu, que nada mais é que um azul bebê da cor do céu. Duas paredes azuis, duas paredes brancas para iluminar. Ficou lindo! Tirei algumas fotos enquanto pintavámos, mas acabei deletando sem querer da máquina com o crtc + del impensado. Sorry!
Então, o Natal por aqui foi tranquilo, apenas jantamos fora e depois meus pais viajaram frustrando totalmente meus planos de sair, e como não posso contar com ninguém pra deixar o Theo, o jeito foi me conformar.
Ano novo passamos na casa de uns tios do papai do Theo. Ele estava com febre devido alguns dentinhos que estão erupcionando, então voltamos logo após a meia noite. 
Enfim, Ano Novo, promessas novas, assunto pra um próximo post.
Desejo a todas as minhas queridas amigas que me acompanharam por mais esse ano que se passou muita paz, saúde e ryqueza. 


Deni e Theo

P.S: 
Essa é a Estrela, a cabrinha de estimação que o Theo ganhou de presente.