quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Foi assim. Musiquinha de mensagem.
Nova Mensagem de "O Velho amor, ainda e sempre".
Coração num tiquetaquear nervoso. Abrir.
Li de um fôlego só, porque sou assim de uma vez.
Depois, deitei na cama e fiquei ali,
olhando pro teto e absorvendo aquilo tudo.
Prometo fazer valer a tua dor.
E do teu amor, ser relicário.



O Velho amor, ainda e sempre
01-Dez-2008 22:05


É bom ter você de volta na minha vida... Durma bem, querida.







Torna-se cada vez mais difícil pensar em como escrever para você de tal forma que eu consiga mostrar o quanto eu te amo, sem ficar com a angustiante impressão de que não fui explícita o suficiente, justo quando já existem todas as palavras inventáveis com todos os significados possíveis sentir isso tão forte e só poder chamar de amor. Não que seja pouca coisa para tornar o que sinto menor, ou menos importante, mas é como se eu tivesse a necessidade vital de inventar uma expressão tão incrível como você e tão perfeita como tudo o que nós passamos juntos, mas como acho que é indescritível acabei pegando o gosto por me desdobrar para te fazer feliz e deixar ciente disso.
Uma ciência diferente, ciência que eu sinto quando estou com você. Aquela que a biologia não explica (e nem poderia), que vai além dos conceitos e vive dentro do coração - o meu -, onde tudo que devia ser ciência e baseado assim, pudesse ser inventada uma palavra que: conceituasse as pernas bambas quando te vejo, seguidas de um aperto no peito ansioso por você, para fazer qualquer velocidade ser desprezível perto das batidas do coração criando a vontade certa de que o "nós" nunca acabe. Mas torna-se divertido e mais completo esquecer todos os sentidos e coerência para escrever qualquer coisa que diminua a distância entre as palavras que tentam limitar o que eu sinto, e o brilho dos meus olhos que denuncia toda a imprudência de eu ter a ousadia de procurar explicar qualquer coisa relacionada a você, ou a nós dois, quando eu mesma já não importo mais, desde que possa te fazer feliz com o mesmo estilo "deflash" em que você tranforma qualquer evento banal em novidade encantadora, junto com a sua amizade com o antídoto para o tédio.
Te amo além de qualquer sentido, na bagunça das diferentes sensações - todas - que através de você eu conheci e me viciei, sem deixar de ser viciada em você.
Te amo muito e não sei como te provar de uma forma que me deixe satisfeita que isso não é da boca pra fora.
O mês é seu. O aniversário é seu. Hoje é o seu dia. Mas sem dúvidas alguma, quem ganhou o melhor e maior presente de todos os aniversários, natais e afins, fui eu.
Eu amo você, Bráulio.