segunda-feira, 1 de dezembro de 2008



Começou. Para nós dois. Eu e você somos nós, novamente. As músicas fazem sentido, as lembranças têm aquele sabor inconfundível de quero mais, você está ao meu lado, o sorriso agora é verdadeiro. Como eu senti sua falta. Como eu tentei ser forte, quando na verdade eu me sentia fraca e sem vida. Não há nada que você faça para que eu te ame mais. Não há nada que você tenha dito que me fizesse te esquecer. É que saí com você sem qualquer compromisso, mas os olhares eram os mesmo daquele casal encantado de dois anos atrás. Aí eu me apaixonei de novo e “eu te amo” deixou de ser clichê. Eu te quis a cada segundo desses dois longos meses que eu sofri com tua ausência. Eu te quis ao amanhecer de cada dia. Te quis ao atravessar as ruas porque eu continuo sem olhar para lado nenhum. Te quis quando não era para você que eu sorria, não era aquele riso fácil que vem quando eu estava com você. Eu te quis tanto que todos a minha volta sabiam disso, por mais que tentasse disfarçar, por mais tentasse não demonstrar. Eu sempre te quis, porque você sempre foi o melhor das seis da manhã às cinco e cinquenta e nove da madrugada. Você conseguiu me devolver as cores com apenas três singelas palavras. E enquanto houver você do outro lado aqui do outro eu consigo me orientar.