quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Na semana passada, recebi um e-mail não anônimo de um cara que vamos intitular de Don-Juan-de-Nebraska. Enfim, após ler o e-mail, a primeira coisa que fiz como boa paranóica que sou foi jogá-lo no Google, mas pra minha não surpresa, não houve nenhum resultado. Ok, isso só quer dizer que o Don-Juan-de-Nebraska não é quem diz que é, o que já faz com ele perca metade dos pontos comigo. No e-mail ele diz que morava em Nebraska e que concluiu seu curso lá, retornando depois para Teresina e então me encontrou na internet. Seria pelo Orkut? Vai saber. Mas se foi pelo orkut, como ele chegou até meu blog? No e-mail ele conta que é ‘vidrado’ nos meus textos e por isso quis me conhecer. Fala sério. Nem no meu Orkut e nem aqui no Blog tem o meu e-mail. Ou seja, na melhor das hipóteses isso é alguma brincadeira de alguém que realmente me conhece. Não que todo o meu enorme ciclo de amigos saiba que eu tenho paixão pelo Vasco, porque afinal de contas, eu ando longe de ter orgulho de tudo que gosto, mas o cara sabe. E ainda afirmou que muitas vezes me viu aqui em Teresina e nem sabia que eu seria eu. Pode? Só eu tô achando isso tudo muito contraditório?

Então, Don-Juan-de-Nebraska, me assustar você não assustou. Mas me deixou intrigada. E eu não sou a melhor pessoa do mundo intrigada, sou muito desconfiada, sabe? Não ando aceitando doce de estranhos e nem me apaixono por um cara que manda um e-mail. É válido te dizer que mesmo na era da inclusão digital não se conquista mulher assim, vá pelos métodos antigos, me mande flores e se apresente.

P.S: Eu não me recomendo. ;)