sexta-feira, 28 de novembro de 2008

[música do plantão da globo]



Interrompemos a nossa programação normal para o seguinte comunicado:

Eu, como a excelente amiga teresinense que sou, não sabia que meu querido amigo paulista estaria aniversariando hoje. Ok, eu não sabia porque ele nunca me disse, mas isso é um fato pra eu jogar na cara dele o resto da vida e não vai justificar caso ele esqueça do meu.
Enfim, caro-amigo-paulista, adoro você. Adoro conversar com você. Adoro quando você tenta pôr os meus pés no chão. E principalmente, adoro saber que tenho um amigo maravilhoso mesmo que tão distante.
Parabéns, Marcus. Sinta-se abraçado, beijando e principalmente, agredido por não ter me dito que seu aniversário é hoje.
Beijos!

Pê.êsse: E compre muita muamba pra mim na 25th march que eu lhe adorarei ainda mais! :D

Voltemos a nossa programação anormal.



Eu não me apaixono mais por ele. O que significa que agora podemos nos relacionar. O que significa que agora, posso ficar tranquilamente ao lado dele sem odiar meu cabelo e minha bunda e minha loucura. E posso vê-lo literalmente duas vezes ao ano, sem achar que duas vezes na semana são duas vezes ao ano. E posso vê-lo ir embora, sem querer mandar mensagem ou e-mail. Consigo até dar tchauzinho do portão. Tchau, querido novo amigo.
E ele me olhando com preguiça. E eu adoro o olhar de preguiça. Não só o dele. Não de adorar e venerar e querer me perder. Só adoro, acho meigo.
Enfim. Dizem que namoro ou casamento ou qualquer relacionamento mais sério não pode dar certo, eu discordo. O que definitivamente não dá certo, ao menos para mim, é se apaixonar. Agora, que graça tem fazer qualquer coisa da vida sem estar apaixonada? Ô vidinha filha da puta.