Espaço!

sábado, 29 de novembro de 2008





O filme do final de semana será Closer. Afinal, todos nós sempre passamos perto demais do amor.



Alice - Eu não te amo mais.
Dan – Desde quando?
Alice – Agora. Agorinha. Não quero mentir. E não posso contar a verdade. Então está tudo acabado.
Dan – Não importa. Eu te amo. Nada disso importa.
Alice – Tarde demais. Eu não te amo mais. Adeus.

[...]

Alice – Vou contar a verdade. E você pode me odiar.
Alice – Larry e eu transamos a noite toda. Eu adorei. Eu gozei.
Alice - Eu prefiro você. Agora saia.
Dan – Eu já sabia. Ele me contou.
Alice – Você sabia?
Dan – Eu queria ouvir de você.
Alice – Por quê?
Dan – Ele podia ter mentido. Você não.
Alice – Eu não teria te contado. Você nunca me perdoaria.
Dan – Perdoaria. Eu perdoei!
Alice – Por que ele contou?
Dan – Porque ele é um babaca!
Alice – Como ele pôde?
Dan – Para que isso acontecesse.
Alice – Mas por que me testar?
Dan – Por que sou um idiota!
Alice – Sim.
Alice - Eu teria te amado... pra sempre. Agora saia.
Dan – Não faz isso. Fala comigo.
Alice – Já falei. Fora!
Dan – Você entendeu mal. Eu não queria...
Alice – Queria sim.
Dan – Eu te amo!
Alice – Onde?
Dan – O quê?
Alice – Me mostra! Cadê esse amor?
Alice – Eu não o vejo. Eu não posso tocar nele. Eu não sinto. Eu te ouço. Escuto umas palavras... Mas não posso fazer nada com suas palavras vazias. Diga o que disser. É tarde.
Dan – Não faz isso!
Alice – Está feito.
Dan - O que faz quando não ama mais?
Alice - "Eu não te amo mais, adeus!"
Dan - E se você ainda ama?!
Alice - Não, vai.
Dan - Nunca abandonou ninguém que ainda amava?
Alice - Não!

E essa história termina para outra começar...


Perto demais. Tão perto que talvez seja o mais verdadeiro final das histórias de amor.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

[música do plantão da globo]



Interrompemos a nossa programação normal para o seguinte comunicado:

Eu, como a excelente amiga teresinense que sou, não sabia que meu querido amigo paulista estaria aniversariando hoje. Ok, eu não sabia porque ele nunca me disse, mas isso é um fato pra eu jogar na cara dele o resto da vida e não vai justificar caso ele esqueça do meu.
Enfim, caro-amigo-paulista, adoro você. Adoro conversar com você. Adoro quando você tenta pôr os meus pés no chão. E principalmente, adoro saber que tenho um amigo maravilhoso mesmo que tão distante.
Parabéns, Marcus. Sinta-se abraçado, beijando e principalmente, agredido por não ter me dito que seu aniversário é hoje.
Beijos!

Pê.êsse: E compre muita muamba pra mim na 25th march que eu lhe adorarei ainda mais! :D

Voltemos a nossa programação anormal.



Eu não me apaixono mais por ele. O que significa que agora podemos nos relacionar. O que significa que agora, posso ficar tranquilamente ao lado dele sem odiar meu cabelo e minha bunda e minha loucura. E posso vê-lo literalmente duas vezes ao ano, sem achar que duas vezes na semana são duas vezes ao ano. E posso vê-lo ir embora, sem querer mandar mensagem ou e-mail. Consigo até dar tchauzinho do portão. Tchau, querido novo amigo.
E ele me olhando com preguiça. E eu adoro o olhar de preguiça. Não só o dele. Não de adorar e venerar e querer me perder. Só adoro, acho meigo.
Enfim. Dizem que namoro ou casamento ou qualquer relacionamento mais sério não pode dar certo, eu discordo. O que definitivamente não dá certo, ao menos para mim, é se apaixonar. Agora, que graça tem fazer qualquer coisa da vida sem estar apaixonada? Ô vidinha filha da puta.



 

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Em algum momento da sua vida você percebe que toda a loucura não ficou de herança só pra você. Quem sabe o sarcasmo, a pouca paciência, mas a loucura, definitivamente não. Tudo bem, uma pessoa que trabalha dozehoras por dia é facilmente justificada pela pouca habilidade de ter paciências às seishorasequarentaecincominutos de uma manhã quente como o meiodia. Maaas, pode piorar, meubem. Pode piorar.

Personagem I: Eu.
Personagem II: Imbécil Incoveniente que usa regata branca e calça jeans colada.

- Oi?
- (aceno com a cabeça)
- Essa clínica que você trabalha, basicamente trata o quê?
- Saúde Bucal. (demonstrando pouca paciência e interesse no assunto)
- E como faz para marcar consulta?
- Você liga, marca e comparece a consulta. (oi? eu não tô afim de papo)
- Pois me dê o número.
- (falo o número)
- E o seu celular?
- Hã?
- É, vai que não consigo falar por esse número, pelo menos teria outra opção.
- Você vai conseguir falar com esse número.
- E qual seu nome?
- Deni (oi? não tô afim de papo)
- O meu é Paulo César.

[pausa dramática: oi, você não tá esperando que eu dê um beijinho de um lado e de outro não, né?]

- (aceno com a cabeça mais uma vez)

[ponho os fones de ouvido para ouvir música no celular, mas ele não se deu por vencido]

- Poucas mulheres ficam elegantes de farda. E a calça cinza com essa blusa laranja combinam muito bem em você.

[pausa dramática again: Coméqueé? Tá me dizendo que eu lindaloiraaltaemagra combino com essa fardinha cinzaelaranja sem graça e sem cor?]

- Obrigada.

[ah,ônibusfilhodumaéguaquenãochega]

- Tá indo pro trabalho?

[telefone toca, misericordioso Deus teve piedade de mim]

- Oi, cunhado!
- Quer carona?
- Mais do que qualquer outra coisa na vida!
- Tô te pegando aí.

- Cunhado namorado da irmã ou Cunhado irmão do Namorado?
- Com licença que minha carona chegou.


Pra sorte do cara, hoje nem era Segunda-Feira. Senão, lamentaria por ele!



 

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

 


















QUE PORRA DE SAUDADE É ESSA?






















 
 

essa história de que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar é tudo balela. cai sim.
coragem pra mim, muita coragem.