Falo palavrão, brigo no trânsito, bebo cerveja no gargalo, assisto filme de terror sozinha, troco lâmpada, mas no fundo eu só acho que desejo, almejo, preciso de proteção. Que sensação boba de necessidade, de querer entregar um sorriso seguido de um beijo pedindo pra se perder e se encontrar num abraço. Aquela mesma cena em 'slowmotion' que você pede pra acontecer hoje, e amanhã, e sempre, até o felizes para sempre ter fim. E depois? Que haja o depois, e o sempre, e um pouco mais, só mais um pouco, mais cinco minutos, sonha uma vez mais, e mais, e deixa eu te sonhar. E eu vou sempre pedindo, desejando, almejando. Quase sempre mais do que podem me oferecer, quase sempre mais do que eu mereço, e sempre mais do que eu tenho.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Eu deixei na porta o meu medo, o meu receio, e as minhas histórias tristes, e entrei vestida no meu melhor sorriso pra você. E antes que eu pudesse ativar os meus bloqueios e complexos, você já estava lá em algum lugar e eu percebi que eu quis mesmo foi deixar você entrar. Porque no mundo ninguém nunca ouviu com tanta atenção as minhas histórias bobas e me fitou nos olhos com o seu jeito. E veio a pressa, veio o meu sorriso mais profundo, veio os teus olhos, ah, os teus olhos de um jeito que eu não consigo descrever. Veio a vontade do mais, de vários “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, “eu fico...”, do arriscar, de me meter nessa deliciosa encrenca, de pagar pra ver, de ser a corajosa porque eu acho que vale a pena, de vários primeiros beijos com o mesmo gosto dos de ontem. Vários segundos que antecederam vários beijos. Eu me jogo sem dó nem piedade e sem um pingo de responsabilidade nos teus braços, não como cobrança, mas como promessa, porque você veio como calmaria depois de várias batalhas e guerras. Há tempos eu não me via tanto em alguém. Há tempos eu não desejei tanto um sorriso. Há tempos eu não quis tanto, tanto.
domingo, 8 de abril de 2012
Quando eu era criança eu tinha medo do escuro, medo de trovões, medo de perder minha mãe, medo de atravessar a rua, medo do boletim. Eu pensei que quando eu crescesse, os medos desapareciam, e eu seria, como todo o super herói, imbatível. Hoje eu reconheço o engano. Ainda tenho medo de quando meu coração fica no escuro, tenho medo de estar só em noites de chuvas e trovões, tenho medo de pessoas ruins, de julgamentos errados, de bater o carro (de novo), do mal que pode ocorrer ao meu filho, do que pode haver debaixo da minha cama, de ligações de números desconhecidos, de não dominar os meus sentimentos, de me render ao teu olhar de menino, medo das minhas músicas que agora me lembram você, medo de um dia elas não me lembrarem mais você, medo do dia que trezentosesessentakm forem dolorosos demais, medo de um dia te olhar e me perder, medo de um dia não te ver e te perder, medo de você ir, medo de você voltar, medo de você descobrir que eu não sou tão legal quanto aparento ser, medo da idade pesar, medo de você descobrir que na verdade eu sou bem menos adulta que você, medo de um dia depender do teu sorriso pra sorrir, medo de não depender, medo de descobrir o quanto é bom dormir abraçada com você e medo de jamais descobrir. Medo de que você seja o que eu preciso, e medo de não ser o que você quer. Medo de que não haja os fins de tarde de domingos modorrentos, que não haja ‘bom dia, meu bem’ todos os dias, medo de que seja você que vai preencher a parte vazia da minha vida, medo que não seja. Mas se você quiser segurar a minha mão, eu esqueço do medo. Prometo.
terça-feira, 27 de março de 2012
"Tudo para você"
27 de março de 2012 - Propaganda do Mundo da Barbie no intervalo dos Backyardigans.
- Mãe, você quer o mundo?
- Eu já tenho você, meu amor. E você é meu mundo, meu tudo.
- Você também é "tudo para você" pra mim, mamãe...
sábado, 10 de março de 2012
É muito mais fácil falar de dor do que falar de amor. Do Amor você não quer falar, você quer vive-lo, e senti-lo, e prorroga-lo por cada instante a mais, as várias explosões constantes que o coração emite. É tanta euforia, tanta alegria, tanto amor, que você quer descrevê-lo, mas nem todas as palavras bonitas do Aurélio parecem caberem na descrição. É um mar de intensidade e a calmaria do vento, o doce e o salgado, algo tão simples e ao mesmo tempo indeterminado. É deliciosamente confuso na clareza de um sentimento.
Já a dor faz tudo funcionar de outra forma.
Na dor, o que você mais quer é contextualiza-la para que fique mais fácil de digeri-la, pra que seja mais simples de compartilha-la com os seus, e assim DOaR fragmentos dela para que fique mais suportável o doer. Enquanto o amor é feito em exclamações, a dor é cheia de reticências. Talvez... Quem sabe... Pode ser que... Se... A dor se apega a esses termos, se faz de fogueira e arde em brasa a cada uso deles.
Mas a moral dessa história é que tanto a dor quanto o amor não passam, não se engane, eles apenas são esquecidos num canto escuro e empoeirado do coração, aguardando até a próxima oportunidade de se fazerem ser lembrados.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Os romances que a Disney vende.
Já não basta você nascer com o fardo de sangrar uma vez por mês e às vezes ainda ter de suportar dores abdominais que nenhum ser na face da terra compreende, você ainda precisa ser corrompida pelas historinhas de contos de fadas que as indústrias cinematográficas empurram descaradamente em você para que você ache que o cara naquele fusion branco cavalo branco existe e vai vir a galope se apaixonar por você mesmo quando o rímel tá borrado.
Seus dentes de leite nem caíram ainda e a Disney já tá lá dizendo que você nasceu com o cara incrível reservado pra você, que as coisas sempre vão dá certo no final, e que amor-coisa-linda-de-Deus super existe e é para sempre. Vai nessa que tu te arrebenta, só digo isso.
Você cresceu, percebeu que isso tudo é uma grande baboseira. Que amor é só distração e conveniência juntos num mesmo contexto. Mas as indústrias não vão deixar de tentar fazer uma lavagem cerebral em você, então surge um novo modelo de romance:
Isso não eczisté (Padre Quevedo fellings). Um dos dois vai ser égua e vai se apaixonar. Tá, se apaixonar não é ruim, sexo com paixão não é nada ruim, mas o angu desse mingau aparece quando as exigências começam. Mas o filme acaba antes dessa parte, e você aí besta, fica pensando que o ‘feliz para sempre’ te pertence. Vai nessa.
Antes que o recalque de alguma leitora (ou leitor égua) se pronuncie, me diz só UM, um único relacionamento que não acabou. Pois é. Te liga! ;)
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| Oi? Eu durmo direto e você ainda me ama. |
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| Oi, sou feio e mal humorado, mas você me ama. Depois viro um idiota bobo e apaixonado e você me dá um pé na bunda. |
Você cresceu, percebeu que isso tudo é uma grande baboseira. Que amor é só distração e conveniência juntos num mesmo contexto. Mas as indústrias não vão deixar de tentar fazer uma lavagem cerebral em você, então surge um novo modelo de romance:
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| Oi, a gente é amigo, se come e não se apaixona, tá ligado? |
Isso não eczisté
Antes que o recalque de alguma leitora (ou leitor égua) se pronuncie, me diz só UM, um único relacionamento que não acabou. Pois é. Te liga! ;)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Oi mãe, faz um mês. A casa continua do mesmo jeito que a senhora deixou, mas eu mudei o armário das panelas, porque acho mais cômodo ali debaixo do armário da pia. A reforma nunca acabou pra variar, e eu aprendi a lavar banheiro. A senhora tinha razão, na necessidade a gente aprende. Sinto muito a sua falta, Theo também. Aprendi também a descongelar a geladeira e agora entendi porque a senhora queria tanto uma geladeira com Degelo seco. A máquina de lavar quebrou na semana que a senhora foi embora, mas como minhas unhas estavam feitas, preferi levar a roupa pra lavar numa lavanderia. A máquina foi consertada, e eu continuo usando os mesmo produtos de limpeza que a senhora usava, mas incrivelmente, a roupa de cama, a casa, a nossa roupa não tem o mesmo cheiro. Mãe, o papai suja louça demais, e todos os dias quando chego do trabalho a pia não cabe uma colher de sobremesa. Tô cuidando direitinho dele, alimento ele, passo a roupa dele, cuido pra que ele tome todos os remédios, mas ele tem andado triste. Eu não digo nada, porque meu coração berra que a culpa da senhora ter ido foi dele. Hoje eu acordei com o Theo fazendo cafuné em mim como se soubesse que meu coração de filha estava em frangalhos. A gente se olhou sem dizer nada por uns 20 minutos e eu chorei, mãe. Os domingos eram tão nossos. Acordar com os gritos e risadas do Miguel, o papai mexendo em alguma coisa que faça muito barulho pra acordar a casa toda, a senhora fazendo café da manhã. Chorei tanto, e o Theo perguntou o que eu tinha. Mãe, meu filho de dois anos foi meu ombro hoje pra que eu chorasse a tua falta. “Saudade da minha mãe, filho”. A casa vive em um silêncio ensurdecedor. Mãe, apareceu um cara legal. Ele é um amigo de muitos anos atrás, e se não fosse ele, acho que a tua ausência seria ainda pior. Ele é incrível, sensível, gentil, lindo, bem família, tem foco na vida. Acho que a senhora vai gostar dele. Ele apareceu na hora certa. Mãe, eu não te culpo por ter ido, a senhora merece mais do que ninguém ser feliz. Dói muito a saudade, dói não te ter aqui todos os dias. Dói sermos só eu e Theo. Mas mesmo entendendo, tem uma pontinha de magoa no peito. Tem muita coisa aqui dentro, muitos sentimentos que eu não consigo contextualizar, mas enfim. Saudade. Te amo.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Em um dia eu estou lá, com todas as minhas defesas e uma barreira de contenção te impedindo que tua voz pudesse quebrar todo o protocolo e me ganhar. Pelo menos eu posso dizer que eu tentei. Tentei não sentir tudo tão recíproco ao que você tão homem sente, sem medo, sem reservas, sem regras. Tentei reprimir o suspiro pelo pensamento inesperado. Tentei não sorrir pra você por qualquer bobagem que a gente tem, e não te fazer tão necessário para a manutenção dele. Tentei dominar o instinto, o impulso, a vontade de não gostar, de não me encantar, de não me deixar ser sua. Tudo em vão. Mas eu já sabia que seria em vão, mas era importante para mim tentar. Agora tudo é anseio. Pela próxima ligação, mensagens, nossas piadas (que o nosso bom humor perdure sempre), pelo próximo beijo e tua mão na minha cintura, pelo nosso primeiro pôr-do-sol no lugar que eu mais amo no mundo, e que vai se fazer de cenário eterno para nossos sonhos, nossa história, no riso tranquilo. Eu conto os dias, horas, segundos e tenho sede do teu abraço apertado, seguido daquele olhar tão apaixonado onde eu sempre me encontro, que eu sempre me perco.
"Don't see what
Anyone can see
In anyone else
But you"
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Eu fiz dos meus sonhos, metas. Boa parte da minha vida eu acreditei em pó mágico, príncipe encantado e nas pessoas. Quando eu parei e percebi que somente eu mesma posso ser capaz de me ‘ser’, eu consegui arrancar do peito na frente de um mar lindo numa semana incrível um “Eu sou uma filha da puta de muita sorte”. Tudo que eu quis até hoje, eu consegui. Não consigo pensar em nada que eu tenha querido muito e não o tenha conseguido. Seja o que, quem, o que for. Eu consegui. Eu luto pelas coisas que me atraem, seja como tiver de ser, mas nunca usando ninguém.
Seja aquela música que tocou uma única vez, mas estava ébria demais pra assimilar a letra e jogar no Google depois. Seja aquele cara ‘inalcançável’ de outro estado. Seja a minha liberdade, a minha coragem, a minha paz. Seja o direito de dormir mais meio segundo. A minha carteira assinada, o sorriso do meu filho, um sms que me arranque um sorriso, um beijo que me eleve o espírito, a vontade de ter quem ainda não tive, viver mais pra querer mais e conseguir sempre mais. Que venham mais contos de fadas para que tenha sempre um feliz para sempre depois de outro e de outro, até que o meu sorriso pertença a mim, a ele e mais alguém.
A vida é excitante demais pra não se ser.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Não me sonhe, por favor. Eu tenho medo do que você sente, medo de vir a sentir também, medo de perder o que a gente timidamente construiu involuntariamente numa amizade de adolescência que só se consolidou numa fase que você é bem mesmo tudo que a gente quer um pro outro. Eu tenho sido tão eu mesma com todos os meus 793 defeitos na esperança de que você não diga pra mim daqui há algum tempo que eu não sou mais a mesma. Você é tão maior que tudo de minúsculo que eu faço questão me maximizar só pra não admitir o que se passa. Você tem toda uma grandeza de aceitar meus absurdos e me esperar de braços abertos para que depois que a euforia passasse, eu fosse sua. Você me ensina todo dia, e eu te ensino também. Cada um com seu tempo, com a sua verdade, completando o que é do outro sem invadir o espaço que cuidadosamente tem se tornado muito mútuo para ser individual. Nesse exato momento, você dirige trezentosesessentaquilometros para transformar meu respirar em suspirar.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
♥ Porra, Xuxa!
Quando o Theo nasceu, eu não fui aquelas mães lhoucas que colocava Beethoven, Mozart e o caraídeasa pro menino ouvir. Theo escutava música de ninar mesmo. Às vezes rolava um Babies Go Collections, mas né, tinha nadinha eu apresentar boa música pro filhote.
Mas logo Theo conheceu a tal da Meneghel e sua prole SPB. Sem problemas, aquilo é mágico (e tá, até meio educativo), coloco o DVD, um pacote de biscoito do lado e pronto: 1h praquele banho delícia, ou para fazer as unhas, ou aquela soneca do descanso merecido. Vai lá, Xuxa, acalma meu super hiperativo.
Deu pra ter uma relação de respeito com a loira diante disso.
Mas ó, a-c-a-b-o-u o respeito quando eu vi isso no SPB11:
Nota: Tire suas crianças de frente do computador. Imagens fortíssimas.
Xuxa, você me paga!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
♥ 2º Aniversário do Theo - Parte II - O(s) Convite(s).
Muito ao contrário do que eu pensei, não tive tantos estresses (até agora) como no ano passado. Acho que por já saber aonde ir, o que fazer, o que comprar e o que não comprar. Aliás, tô gastando bem menos também. Ano passado abri mão de muitas coisas que eu queria, pois achava que iria encarecer demais o orçamento. Belo engano. O tal 'caro', não é tão caro, e enriqueceu bastante a festa.
Mas hoje a gente vai falar do primeiro passo 'do mãos à obra': Os Convites. Isso, no plural mesmo. A festa 'pequena' já ficou um tantinho maior, então os convites que eu fiz inicialmente não foram suficientes.
O convite foi uma embalagem com jujubas e uma arte do aniversário que eu mesma fiz e imprimi numa gráfica rápida. Depois foi só montar, e pronto!
Mas hoje a gente vai falar do primeiro passo 'do mãos à obra': Os Convites. Isso, no plural mesmo. A festa 'pequena' já ficou um tantinho maior, então os convites que eu fiz inicialmente não foram suficientes.
O convite foi uma embalagem com jujubas e uma arte do aniversário que eu mesma fiz e imprimi numa gráfica rápida. Depois foi só montar, e pronto!
| Overdose de Jujubas! |
| Todas Ensacadas! |
| Pronto para montar. |
| Dobra, Cola, Queima o dedo, ops! |
| Prontinho! |
| Primeira Remessa de Convites! |
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| Tarja preta no horário e endereço. |
O que acharam?
Até o próximo capítulo! ;)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
♥ 2º Aniversário do Theo!
Há pouco menos de um mês para o Aniversário do Theo, eis que mudo todos os planos. A princípio, haveria uma festinha no seu colégio e apenas um bolinho em casa para não passar em branco, pois o dinheiro anda curto por aqui por conta das despesas com faculdade, colégio, enfim. Mas meus pais se proporam a me ajudar, então vamos lá, mãos a obra.
Ainda será uma festinha pequena e simples, mas cheia de amor e carinho. Serão pouquíssimos convidados,apenas parentes próximos e os coleguinhas do colégio, pois decidi fazer apenas uma comemoração e me dedicar e dar o melhor de mim nela.
O tema não poderia ser outro:
Backyardigans.
THEO AMA.
Papai e eu já não agüentamos mais assistir inúmeros episódios de Backyardigans um após o outro. Baixamos praticamente todas as temporadas, pois o meu pequeno não tinha paciência de esperar pelo horário que a Discovery Kids transmite. Enfim, já andei fuçando algumas coisas, já tô naquele sentimento neurótico que me acompanha sempre que invento de fazer tudo sozinha. Mãos à obra?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O Drama possui quase três anos. Aqui eu me tornei mãe de alguém, mulher de alguém, colega de muitos, amigas de alguns. O Drama nunca foi um blog só materno, um blog só de moda, um blog só de crônicas. Ele sempre foi muito de mim, sobre o que eu gosto, sobre o que eu vejo e sobre o que eu sou. E pra ser ainda mais meu, eu decidi privatiza-lo e deixar que somente algumas pessoas minhas façam parte dele. Por isso, amigas e amigos queridos, deixem aqui seu email para que eu possa enviar o convite. Durante uma semana esse post irá ficar no ar, na sexta feira próximo o Drama será privatizado.
Beijinhos,
Deni.
Beijinhos,
Deni.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
♥ Mais uma vez.
Amanhã, antes de qualquer coisa eu vou dar “Bom dia” ao meu dia. Porque eu mereço e preciso me ter num dia bom antes de desejá-lo a outro alguém. Bom dia, dia bom. Que assim seja. Eu desejo fé e força também para o meu dia, pois a fé traz força e a força nada mais é que fé. Que todos os amanhãs da minha vida tenham amor, cumplicidade, abraço amigo e sorrisos verdadeiros. E apesar do pesares, eu possua em todos os amanhãs dessa minha vida, valentia o suficiente para não deixar a peteca cair e me sentir feliz sempre. Tem um alguém que merece. Amanhã, e depois de amanhã e depois de depois de amanhã, e enquanto houverem manhãs, tudo irá dá certo! Confie.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
♥ Jogos de Amor são pra se jogar.
Você me fala no futuro do pretérito, mas meus ouvidos, meu coração ou qualquer outras parte boba de mim preferem o futuro do presente. Sempre vai ser a primeira pessoa do plural, mesmo que você me diga que não dá mais, que não pode ser, que a ‘nossa música nunca mais tocou.’ É como um jogo onde constantemente as regras vão mudando conforme a minha vontade. E pra quê maior prova do que bate aí dentro do que você ainda ser efetivamente sempre o melhor jogador?
Você sempre vai me dizer “não” com um “sim” estampado no olhar. Eu nunca deixei de ser o número um da discagem rápida do teu celular. Teu toque sempre vai ser diferente dos outros, e estaremos sempre distante de um “game over”.
“Até parece que tudo o que eu fiz foi ruim, mas só sei que estou melhor assim...”
terça-feira, 7 de junho de 2011
♥
Um amigo meu me falou sobre o “Código dos Piratas”:
Um pirata deixado para trás deve permanecer para trás.
Eu realmente deveria usar essa filosofia de vida para mim, e deixar todos os bobos piratas de nariz vermelho bem para trás, onde nem mesmo os olhos do meu coração ainda mais bobo de nariz vermelho consiga ver. Assim, o cara do sorriso perfeito com os olhos apertadinhos de uma cor que eu não consegui definir, ou o cara que tem a maior compatibilidade musical jamais vista, ou ainda aquele que me achou a cara da Sandra Bullock, ou o cara que fez uma vida inteira e depois saiu pela porta da nossa vida, seriam apenas meros palhaços com um tapa olho, um papagaio no ombro esquerdo e uma perna de pau.
Um pirata deixado para trás deve permanecer para trás.
Eu realmente deveria usar essa filosofia de vida para mim, e deixar todos os bobos piratas de nariz vermelho bem para trás, onde nem mesmo os olhos do meu coração ainda mais bobo de nariz vermelho consiga ver. Assim, o cara do sorriso perfeito com os olhos apertadinhos de uma cor que eu não consegui definir, ou o cara que tem a maior compatibilidade musical jamais vista, ou ainda aquele que me achou a cara da Sandra Bullock, ou o cara que fez uma vida inteira e depois saiu pela porta da nossa vida, seriam apenas meros palhaços com um tapa olho, um papagaio no ombro esquerdo e uma perna de pau.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
♫
Eu associo músicas à momentos. Talvez as músicas nem coincidam letra e situação, mas algo me diz internamente: “Essa é a música do seu momento...”
Como quando eu conheci um amor de uma vida inteira, e cantarolei "quando me perdi, você apareceu, me fazendo rir do que aconteceu, e de medo olhei, tudo ao meu redor, só assim enxerguei, e agora estou melhor..." (Esperando na Janela, Cogumelo de Plantão). Deus sabe o quanto já chorei cantando essa música para minha vida. O fato é que eu tenho um cd meu, que vez por outras compartilho com alguém, pois muitas daquelas músicas dizem muito sobre mim. E eu não gosto de estilos musicais, gosto de música. Seja ela metal, forró, hardcore ou gospel. É da música que eu me afeiçôo e não do rótulo.
Músicas me fazem superar dores, ou até mesmo senti-las ainda mais profundamente. Me fazem escrever coisas bonitas que ficam em alguma parte do meu coração bobo, ou do meu cérebro bobo ou de qualquer outra parte boba de mim, extremamente escondida e muda.
E hoje, eu quero compartilhar com vocês algumas das músicas que tocam em meu coração há algum tempo, mas que nunca saem do meu playlist.
Essas são algumas poucas faixas da minha coletânea "Dor de Cotovelo". São as que mais venho ouvindo ultimamente. "Sad songs are the best songs..."
♪ E então, qual a sua música triste preferida?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Atenção: Esse post pode conter spoilers dependendo do seu nível de percepção. E não, eu não estou lhe chamando de retardado.
Fazia inexatos três anos que eu não ia ao cinema. Se eu fosse mais dramática diria que a última vez que fui foi na estréia de “O Auto da Compadecida” quando o Teresina Shopping só possuía três salas de exibição e se localizava onde hoje é o Banco do Brasil. Detalhes que só piauienses saberiam, tornando essa parte desnecessária.
Enfim, ontem assisti “A Garota da Capa Vermelha”, e pela lavagem cerebral que a Warner fez em mim transmitindo o trailler a cada intervalo da programação, eu esperava mais. Sabe? Não, não que o filme não seja bom. Ele é. Tem contrastes com a história original e um pouco de sexualidade.
Tem todo aquele suspense de saber quem diabos é o lobo. Aliás, isso eu achei bem chato, a todo o momento alguém é o suspeito da vez. A vovó, a mamãe, o noivo corno, o lenhador que usa gel no cabelo, o padre, o autista, a amiga invejosa. Mas no fim das contas, o lobo surpreende, e a Red Cape mais ainda. Safadinha.
Próximo filme: Thor. Porque eu quero mesmo é babar no Chris.
Fazia inexatos três anos que eu não ia ao cinema. Se eu fosse mais dramática diria que a última vez que fui foi na estréia de “O Auto da Compadecida” quando o Teresina Shopping só possuía três salas de exibição e se localizava onde hoje é o Banco do Brasil. Detalhes que só piauienses saberiam, tornando essa parte desnecessária.
Enfim, ontem assisti “A Garota da Capa Vermelha”, e pela lavagem cerebral que a Warner fez em mim transmitindo o trailler a cada intervalo da programação, eu esperava mais. Sabe? Não, não que o filme não seja bom. Ele é. Tem contrastes com a história original e um pouco de sexualidade.
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| Todos querem jantar a Red Cape. Todos. |
Próximo filme: Thor. Porque eu quero mesmo é babar no Chris.
terça-feira, 10 de maio de 2011
♥ Micro Postagem.
Filho, um dia você me perguntará por que seu papai e mamãe não moram juntos.
Para essa pergunta eu já ensaiei a resposta. Eu vou te dizer que as palavras da mamãe um dia acabaram. Mas não se preocupe, filho. Mamãe sempre terá as mais belas palavras para você.
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